A Influência Psicológica da Instalação do Tribunal de Inquisição em Pernambuco.
O tempo implacável guarda nos arquivos da memória mistérios, que nem sempre serão desvendados, por maior que seja a dedicação daqueles pesquisam sobre esse assunto. Muito embora os mesmos fiquem armazenados para todo o sempre.
Baseado em pesquisas sobre o comportamento psicossocial da ração humana, procuro respostas que me fizeram elaborar algumas hipóteses.
Entre tantas, destaco a influência psicológica da Instalação do Tribunal de Inquisição em Pernambuco implantado no inicio da colonização brasileira.
A importância da Igreja Católica foi muito grande, há visto que os nossos colonizadores seguiam fervorosamente suas diretrizes e dogmas.
Logo, os católicos só podiam obedecer questionar nunca. Era heresia pesquisar as verdades ocultas das normas e das leis imposta pela mesma.
Por esse motivo dentre outros, em nome do Santo Oficio as mulheres e os judeus foram alvos de perseguição da Inquisição da Idade Media, pagina negra do catolicismo.
Pernambuco no ano de 1545 existia mais ou menos 60 engenhos produtivos que abastecia a coroa portuguesa.
Obviamente, a cultura também encontrava se nos mesmo patamar.
O fortalecimento e divulgação do conhecimento das mulheres curando doenças através das rezas e ervas desconhecidos da comunidade cientifica da época, como também a propagação dos conceitos religiosos do povo judeu ameaçava o poder dos eclesiásticos. Precisavam ser extirpados antes que eles perdessem o poder sobre a população.
Logo as mulheres tornaram feiticeiras e os judeus nocivos a integridade da família brasileira, era preciso expulsa-los definitivamente.
Santa ilusão. A sede pelo conhecimento é nato ao ser humano.
Hoje, parece que Pernambuco começa a voltar ao lugar de destaque que possuía anteriormente.
Observe os noticiários atuais.
É bom lembrar que Pernambuco detém o titulo de Leão Norte, terra que possuem uma população guerreira, que fez e faz historia através dos tempos.
“...Brava terra de altos coqueiros e beleza e soberbo estendal ...”
Recife, 06 de agosto de 2010
Josete Cavalcanti
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